Um sorriso bobo estampado na face, olhos brilhando, boca
seca, coração acelerado, pernas bambas, mãos tremulas, pensamentos distantes; o
mundo parece girar a nossa volta – ficamos sem ação.
Todos os sintomas relacionados
acima são decorrentes da contração de um vírus. O vírus do amor. Esse tipo
ataca o coração de forma incontrolável. Não tente destruí-lo. Por menor que
seja, é forte demais (e de certa forma, essencial para nossa sobrevivência).
Depois de contaminado a única alternativa
é aceitar a doença e tentar o tratamento. Em alguns casos poderá haver rejeição
do remédio durante o processo. Assim sendo, devemos procurar novas alternativas
– sem deixar que o vírus morra em nosso coração. Se a doença chegar ao seu
estado terminal deve-se lutar até as últimas conseqüências para alcançar a
cura. Mas de forma alguma deixe que o vírus morra. Como já disse antes, o vírus
do amor é essencial (mesmo com o sofrimento). Sem ele não somos nada.
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